terça-feira, 6 de maio de 2008
Calvície tem jeito, com técnicas italianas para tratamento
Ter, 06 Mai, 08h10
São Paulo, 6 de Maio de 2008 - Academia, dietas, spas, tratamentos de pele... todas as "armas" para ficar mais belo (a), melhorar o bem-estar e elevar a auto-estima são válidas. Nessa lista, não podem ficar de fora os cuidados com os cabelos - o calcanhar-de-aquiles de muitos homens e mulheres. Segundo dados da Fundação de Estudos da Calvície, da Universidade de Bolonha, 70% da população masculina acima de 25 anos tem algum tipo de problema que leva à calvície. Nas mulheres, esse índice é menor, 30%, mas nem por isso menos preocupante.
"No caso das mulheres, além de problemas genéticos, há complicadores como o estresse do corre-corre comum nas grandes cidades, questões hormonais, depressão pós-parto e dietas sem controle médico", diz Alessandro Corona. Ele é sócio-diretor da franquia brasileira da Cesare Ragazzi Company, organização italiana que há mais de 40 anos se dedica ao estudo e tratamento capilar, com 60 clínicas na Itália e unidades na Espanha, Grécia, Dinamarca e Suíça. Ainda este ano, uma franquia será aberta nos Estados Unidos.
Corona, italiano que há mais de dez anos vive no Brasil e é dono da Ocean International, empresa de importação e exportação, conheceu o método criado por Ragazzi quando ainda morava na Itália, em 1994. O empresário, assim como sua mulher e também sócia da franquia, Ana Maria Ventura, são exemplos de que o método funciona mesmo. Depois de sofrerem com sérios problemas de calvície, ostentam hoje invejáveis cabeleiras.
Tratamento O atendimento ao paciente começa com uma consulta com um dos dermatologistas da clínica. Ele faz uma avaliação completa, que inclui pedidos de exames e fotos ampliadas do couro cabeludo. Depois de definido qual tratamento será indicado - cada pessoa tem necessidades diferentes - começa a fase reequilibrante. Essa fase é subdividida em desintoxicante, dermopurificante e, finalmente, estimulante e fortalecedora. O tratamento dura, em média, quatro meses, sendo que o paciente comparece à clínica uma vez a cada dez dias.
A linha de tratamento xampus (sem sal), loções, ampolas, máscaras hidratantes e à base de lamas termais são importados. Também da Itália vêm os equipamentos como o Tricopressinos, faixa que faz um descolamento do couro cabeludo para acelerar a circulação sangüínea, e o Tricopulse, um capacete de energia eletrostática, que estimula a oxigenação do couro cabeludo.
O tratamento, sem a consulta ao dermatologista, custa R$ 5,3 mil. Nos casos mais graves, em que é preciso fazer uma reconstrução do couro cabeludo, o tratamento pode ficar entre R$ 20 mil e R$ 65 mil. "Nosso método é único no País. Não é cirúrgico e consiste na integração de cabelos naturais, de forma gradual. Um novo couro cabeludo, com o formato perfeito da caixa craniana do paciente é feito na sede, na Itália", explica Corona.
O empresário Rogério Duarte, dono da JD Imporadora e Exportadora, preocupado com os cabelos, que, segundo ele, estavam ralos, procurou a clínica. "Estou no segundo mês de tratamento e, tanto eu, quanto minha mulher, já notamos a diferença. O cabelo já está bem mais encorpado", afirma Rogério. Segundo Corona, o caso de Duarte se enquadra naqueles que têm forte componente familiar. "Tenho 35 anos e ao ver meus cabelos ralos, procurei tratamento, pois meu pai e meu avô são carecas."
A clínica de Corona, aberta há um ano e meio, em São Paulo, é a primeira Ragazzi na América Latina. O empresário já estuda a criação de outras clínicas no País. "Pretendemos criar uma clínica em cada uma das grandes capitais brasileiras. Nossa previsão de investimento em cada uma é de R$ 1,5 milhão a R$ 2 milhões, incluindo pessoal especializado para atender os clientes. Depois de a clínica estar em funcionamento, poderemos vendê-las por até R$ 3,8 milhões", conta Corona.
Segundo os sócios, os critérios de seleção para se tornar franqueado da marca serão rígidos, visando preservar a qualidade do empreendimento. "Nós nos preocupamos, não só com o retorno financeiro, mas também com a felicidade e bem-estar de nossos pacientes", diz Corona. Assim como a franquia de São Paulo, as demais deverão seguir os padrões da matriz e terem o projeto arquitetônico assinado pelo arquiteto Enrico Benedetti, caraterizado por garantir a total privacidade dos pacientes.
(Gazeta Mercantil - Lourdes Rodrigues)
Escrevi sobre o assunto no meu blog.
dá uma olhada.
até!